As grandes metrópoles do período colonial: Portugal, Espanha, Inglaterra, França, etc, subjulgaram nações africanas, fazendo dos negros mercadorias, objetos sem direitos ou alma. Os negros africanos foram levados a diversas colônias espalhadas principalmente nas Américas, em plantações no Sul de Portugal e em serviços de casa na Inglaterra e França. Os traficantes coloniais utilizavam-se de diversas técnicas para poder arrematar os negros: Chegavam de assalto e prendiam os mais jovens e mais fortes da tribo, que viviam principalmente no litoral Oeste, no Centro-oeste, Nordeste e Sul da África. Trocavam por mercadoria: espelhos, facas, bebidas, etc. Os cativos de uma tribo que fora vencida em guerras tribais, ou corrompiam os chefes da tribo financiando as guerras e fazendo dos vencidos, escravos. No Brasil os escravos negros chegavam por Recife e Salvador, nos séculos XVI e XVII, e no Rio de Janeiro, no século XVIII e XVIII. Os primeiros grupos que vieram para essas regiões foram os bantos, cabindos, sudaneses, iorubás, geges, hauçá, minas e malês. A valorização do tráfico negreiro, fonte da riqueza colonial, custou muito caro, em quatro séculos, do XV ao XIX, a África perdeu, entre escravizados e mortos 65 a 75 milhões de pessoas, e estas constituiam uma parte selecionada da população. Arrancados de sua terra de origem, uma vida amarga e penosa esperava esses homens e mulheres na colônia: trabalho de sol a sol nas grandes fazendas de açúcar. Tanto esforço, que um africano aqui chegado durava, em média, de sete a dez anos! Em anos! Em troca de seu trabalho os negros recebiam três "pês": Pau, Pano e Pão. E reagiam a tantos tormentos suicidando-se, evitando a reprodução, assassinando feitores, capitães-do-mato e proprietários. Em seus cultos, os escravos resistiam simbolicamente à dominação. A "macumba" era, e ainda é, um ritual de liberdade, protesto, reação à opressão. As rezas, rezas, batucadas, danças e cantos eram maneiras de aliviar a asfixia da escravidão. A resistência também acontecia na fuga das fazendas e na formação dos quilombos, onde os negros tentaram reconstituir sua vida africana. Um dos maiores quilombos foi o Quilombo dos Palmares onde reinou Ganga Zumba ao lado de seu guerreiro Zumbi (protegido de Ogum). Os negros que se adaptavam mais facilmente à nova situação recebiam tarefas mais especializadas, reprodutores, caldeireiro, carpinteiros, tocheiros, trabalhador na casa grande (escravos domésticos) e outros, ganharam alforia pelos seus senhores ou pelas leis do Sexagenário, do Ventre livre e, enfim, pela Lei Áurea. A Legião de espíritos chamados "Pretos-Velhos" foi formada no Brasil, devido a esse torpe comércio do tráfico de escravos arrebanhados da África. Estes negros aos poucos conseguiram envelhecer e constituir mesmo de maneira precária uma união representativa da língua, culto aos Orixás e aos antepassados e tornaram-se um elemento de referência para os mais novos, refletindo os velhos costumes da Mãe África. Eles conseguiram preservar e até modificar, no sincretismo, sua cultura e sua religião. Idosos mesmo, poucos vieram, já que os escravagistas preferiam os jovens e fortes, tanto para resistirem ao trabalho braçal como às exemplificações com o látego. Porém, foi esta minoria o compêndio no qual os incipientes puderam ler e aprender a ciência e sabedoria milenar de seus ancestrais, tais como o conhecimento e emprego de ervas, plantas, raízes, enfim, tudo aquilo que nos dá graciosamente a mãe natureza. Mesmo contando com a religião, suas cerimônias, cânticos, esses moços logicamente não poderiam resistir à erosão que o grande mestre, o tempo, produz sobre o invólucro carnal, como todos os mortais. Mas a mente não envelhece, apenas amadurece. Não podendo mais trabalhar duro de sol a sol, constituíram-se a nata da sociedade negra subjugada. Contudo, o peso dos anos é implacavelmente destruidor, como sempre acontece. O ato final da peça que encarnamos no vale de lágrimas que é o planeta Terra é a morte. Mas eles voltaram. A sua missão não estava ainda cumprida. Precisavam evoluir gradualmente no plano espiritual. Muitos ainda, usando seu linguajar característico, praticando os sagrados rituais do culto, utilizados desde tempos imemoriais, manifestaram-se em indivíduos previamente selecionados de acordo com a sua ascendência (linhagem), costumes, tradições e cultura. Teriam que possuir a essência intrínseca da civilização que se aprimorou após incontáveis anos de vivência. Formação da Falange dos Pretos-Velhos na Umbanda Depois de mortos, passaram a surgir em lugares adequados, principalmente para se manifestarem. Ao se incorporarem, trazem os Pretos-Velhos os sinais característicos das tribos a que pertenciam. Os Pretos-velhos são nossos Guias ou Protetores, mas no Candomblé, são considerados Eguns (almas desencarnadas), e decorrente disso, só têm fio de conta (Guia) na Umbanda. Usam branco ou preto e branco. Essas cores são usadas porque, sendo os Pretos-Velhos almas de escravos, lembram que eles só podiam andar de branco ou xadrez preto e branco, em sua maioria. Temos também a Guia de lágrima de Nossa Senhora, semente cinza com uma palha dentro. Essa Guia vem dos tempos dos cativeiros, porque era o material mais fácil de se encontrar na época dos escravos, cuja planta era encontrada em quase todos os lugares. O dia em que a Umbanda homenageia os Pretos-Velhos é 13 de maio, que é a data em que foi assinada a Lei Áurea (libertação dos escravos). Os nomes dos Preto-Velhos Há muita controvérsia sobre o fato de o nome do Preto-Velho ser uma miscelânea de palavras portuguesas e africanas. Voltemos ao passado, na época que cognominamos "A Idade das Trevas" no Brasil, dos feitores e senhores, senzalas e quilombos, sendo os senhores feudais brasileiros católicos ferrenhos (devido à influência portuguesa) não permitiam a seus escravos a liberdade de culto. Eram obrigados a aprender e praticar os dogmas religiosos dos amos. Porém eles seguiram a velha norma: contra a força não há resistência, só a inteligência vence. Faziam seus rituais às ocultas, deixando que os déspotas em miniatura acreditassem estar eles doutrinados para o catolicismo, cujas cerimônias assistiam forçados. As crianças escravas recém-nascidas, na época, eram batizadas duas vezes. A primeira, ocultamente, na nação a que pertenciam seus pais, recebendo o nome de acordo com a seita. A segunda vez, na pia batismal católica, sendo esta obrigatória e nela a criança recebia o primeiro nome dado pelo seu senhor, sendo o sobrenome composto de codnome ganho pela Fazenda onde nascera (Ex.: Antônio da Coroa Grande), ou então da região africana de onde vieram (Ex.: Joaquim D'Angola). O termo "Velho", "Vovô" e "Vovó" é para sinalizar sua experiência, pois quando pensamos em alguém mais velho, como um vovô ou uma vovó subentendemos que essa pessoa já tenha vivido mais tempo, adquirindo assim sabedoria, paciência, compreensão. É baseado nesses fatores que as pessoas mais velhas aconselham. No mundo espiritual é bastante semelhante, a grande característica dessa linha é o conselho. É devido a esse fator que carinhosamente dizemos que são os "Psicólogos da Umbanda". Eis aqui, como exemplo, o nome de alguns Pretos-Velhos: Pai Cambinda (ou Cambina), Pai Roberto, Pai Cipriano, Pai João ,Pai Congo, Pai José D'Angola, Pai Benguela, Pai Jerônimo, Pai Francisco, Pai Guiné, Pai Joaquim, Pai Antônio, Pai Serafim, Pai Firmino D'Angola, Pai Serapião, Pai Serapião, Pai Fabrício das Almas, Pai Benedito, Pai Julião, Pai Jobim, Pai Jobá, Pai Jacó, Pai Caetano, Pai Tomaz, Pai Tomé, Pai Malaquias, Pai Dindó, Vovó Maria Conga, Vovó Manuela, Vovó Chica, Vovó Cambinda (ou Cambina), Vovó Ana, Vovó Maria, Vovó Redonda, Vovó Catarina, Vovó Luiza, Vovó Rita, Vovó Gabriela, Vovó Quitéria, Vovó Gabriela, Vovó Mariana, Vovó Maria da Serra, Vovó Maria de Minas, Vovó Rosa da Bahia, Vovó Maria do Rosário, Vovó Benedita Obs: Normalmente os Pretos-Velhos tratados por Vovô ou Vovó são mais "velhos" do que aqueles tratados por Pai, Mãe, Tio ou Tia. Atribuições Eles representam a humildade, força de vontade, a resignação, a sabedoria, o amor e a caridade. São um ponto referência para todos aqueles que necessitam: curam, ensinam, educam pessoas e espíritos sem luz. Não têm raiva ou ódio pelas humilhações, atrocidades e torturas a que foram submetidos no passado. Com seus cachimbos, fala pausada, tranqüilidade nos gestos, eles escutam e ajudam àqueles que necessitam, independentes de sua cor, idade, sexo e de religião. São extremamente pacientes com os seus filhos e, como poucos, sabem incutir-lhes os conceitos de karma e ensinar-lhes resignação. Não se pode dizer que em sua totalidade esses espíritos são diretamente os mesmos Pretos-Velhos da escravidão. Pois, no processo cíclico da reencarnação passaram por muitas vidas anteriores foram: negros escravos, filósofos, médicos, ricos, pobres, iluminados, e outros. Mas, para ajudar aqueles que necessitam escolheram ou foram escolhidos para voltar a terra em forma incorporada de Preto-Velho.Outros, nem negros foram, mas escolheram como missão voltar nessa pseudo-forma. Outros foram até mesmo Exus, que evoluíram e tomaram as formas de um Preto-Velho. Este comentário pode deixar algumas pessoas, do culto e fora dele, meio confusas: "então o Preto-Velho não é um Preto-Velho, ou é, ou o que acontece?". Esses espíritos assumem esta forma com o objetivo de manter uma perfeita comunicação com aqueles que os vão procurar em busca de ajuda. O espírito que evoluiu tem a capacidade de assumir qualquer forma, pois ele é energia viva e conduzente de luz, a forma é apenas uma conseqüência do que eles tenham que fazer na terra. Esses espíritos podem se apresentar, por exemplo, em lugares como um médico e em outros como um Preto-Velho ou até mesmo um caboclo ou exu. Tudo isso vai de acordo com o seu trabalho, sua missão. Não é uma forma de enganar ou má fé com relação àqueles que acreditam, muito pelo contrário, quando se conversa sinceramente, eles mesmos nos dizem quem são, caso tenham autorização. Por isso, se você for falar com um Preto-Velho, tenha humildade e saiba escutar, não queira milagres ou que ele resolva seus problemas, como em um passe de mágica, entenda que qualquer solução tem o princípio dentro de você mesmo, tenha fé, acredite em você, tenha amor a Deus e a você mesmo. Para muitos os Pretos-Velhos são conselheiros mostrando a vida e seus caminhos, para outros, são pisicólogos, amigos, confidentes, mentores espirituais. Para outros, são os exorcistas que lutam com suas mirongas, banhos de ervas, pontos de fogo, pontos riscados e outros, apoiados pelos exus desfazendo trabalhos. Também combatem as forças negativas (o mal), espíritos obssessores e kiumbas. A mensagem dos Pretos-Velhos A figura do Preto-Velho é um símbolo magnífico. Ela representa o espírito de humildade, de serenidade e de paciência que devemos ter sempre em mente para que possamos evoluir espiritualmente. Certa vez, em um centro do interior de Minas-Gerais, uma senhora consultando-se com um Preto-Velho comentou que ficava muito triste ao ver no terreiro pessoas unicamente interessadas em resolver seus problemas particulares de cunho material, usando os trabalhos de Umbanda sem pensar no próximo e, só retornavam ao terreiro, quando estavam com outros problemas. O Preto-Velho deu uma baforada com seu cachimbo e respondeu tranquilamente: "Sabe filha, essas pessoas preocupadas consigo próprias, são escravas do egoísmo. Procuramos ajudá-las, resolvendo seus problemas, mas, aquelas que podem ser aproveitadas, depois de algum tempo, sem que percebam, estarão vestidas de roupa branca, descalças, fazendo parte do terreiro.Muitas pessoas vem aqui buscar lã e saem tosqueadas, acabam nos ajudando nos trabalhos de caridade". Essa é a sabedoria dos Pretos-Velhos... Os Pretos-Velhos levam a força de Deus (Zambi) a todos que queiram aprender e encontrar uma fé. Sem ver a quem, sem julgar, ou colocando pecados. Mostrando que o amor a Deus, o respeito ao próximo, o respeito a si mesmo , a força de vontade e encarar o ciclo da reencarnação, podem aliviar os sofrimentos do karma e elevar o espírito para a luz divina, fazendo com que as pessoas entendam e encarem seus problemas procurando suas soluções da melhor maneira possível dentro da lei do dharma e da causa e efeito. Eles aliviam o fardo espiritual de cada pessoa fazendo com que ela se fortaleça espiritualmente. Se a pessoa se fortalece, e cresce, consegue carregar mais comodamente o peso de seus sofrimentos. Ao passo que se ela se entrega ao sofrimento e ao desespero, enfraquece e sucumbe por terra pelo peso que carrega. Então cada um pode fazer com que seu sofrimento diminua ou aumente de acordo como encare seu destino e os acontecimentos de sua vida: "Cada um colherá aquilo que plantou. Se tu plantaste vento colherás tempestade. Mas, se tu entenderes que com luta o sofrimento pode tornar-se alegria vereis que deveis tomar consciência do que foste teu passado aprendendo com teus erros e visando o crescimento e a felicidade do futuro. Não sejais egoísta, aquilo que te fores ensinado passai aos outros e aquilo que recebeste de graça, de graça tu darás. Porque só no amor, na caridade e na fé é que tu podeis encontrar o teu caminho interior, a luz e DEUS" (Pai Cipriano) |
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Conhecendo os Pretos Velhos
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
dor da perda
Dor de perda
© Letícia Thompson
É um caminho inevitável. Temos todos, um dia ou outro, de uma forma ou de outra (e geralmente de várias formas mesmo), que viver isso. Não porque é uma fatalidade do destino, mas porque faz parte da vida.
E cada um de nós vive, mesmo se de maneira dolorosa igual, de um jeito diferente as diferentes perdas pelas quais temos que atravessar.
A pior de todas, é quando alguém que a gente ama morre. Esse é um sentimento de perda irreparável. Um amigo não vale pelo outro, um irmão não vale pelo outro e nada no mundo poderá substituir nossos pais. Tenho uma amiga sábia que diz que "nunca somos velhos o suficiente para ficarmos órfãos." E ela tem razão. E mesmo se o tempo aplaca essa dor, sempre vai ficar dentro da gente aquele sentimento indecifrável de vazio. É a idéia do "nunca mais ver" que dói mais. E quando esta se une à idéia de não termos feito algo mais, não termos dito algo mais, ainda é pior.
Outra dor de perda é quando a pessoa que se ama se vai. Nesse caso existe uma mistura de dor de orgulho e dor de medo de se ficar sozinho, muitas vezes porque o que existia não era realmente amor, mas uma dependência emocional do outro. Dor de orgulho, porque ninguém nessa vida foi feito pra perder. Dor de ter sido deixado, dor de rejeição, que chega a doer até fisicamente. Não adianta dizer nesse momento que "quando se perde um ônibus vem dez atrás", porque a pessoa vai te dizer que o que perdeu era justamente aquele que queria. Mas quando o tempo cura essa ferida (e o tempo cura todas as feridas!) e o coração começa a bater mais forte por outra pessoa, aí então a gente esquece. E ninguém precisa ter medo de ficar sozinho, pois só vai ficar sozinho quem não se abrir a novas possibilidades.
E com isso tudo, o que é preciso mesmo é que aprendamos o sentimento de aceitação. Não passiva, de se deixar levar. Mas aquela de quando se sabe que vai se viver o inevitável, de viver isso da melhor maneira possível. Nenhum de nós está preparado pra isso, mas sabemos que é a vida.
E não deixar que a dor do orgulho possa impedir que vivamos, isso é importante. Alguém me contou recentemente que sofreu dois anos por ter perdido um amor e depois é que reconheceu que o sofrimento não era realmente de amor, mas do orgulho de ter sido deixado. Uma vez reconhecido isso, ele deu um passo à frente e encontrou aquela que hoje em dia é sua esposa, que portanto já fazia parte do grupo que conhecia e freqüentava. É preciso muita sabedoria para se tirar a venda do orgulho dos olhos.
Fazer com que os que amamos saibam disso é uma maneira de se preparar a viver diferente a perda, se esta se der. É preciso dar de si mesmo enquanto se pode. É preciso evitar o "ah, se eu soubesse" e "ah, se eu pudesse voltar" do futuro. É preciso oferecer flores enquanto se pode vê-las e senti-las.
Se você gosta de alguém, diga, demonstre. Nem todo mundo sabe adivinhar. Transforme em gestos e palavras tudo aquilo que se passa no seu coração.
Vive muito melhor dor de perda quem sabe que fez a sua parte. Ainda vai doer, mas de maneira bem diferente.
sábado, 6 de agosto de 2011
xango
XANGÔ – SÃO JERÔNIMO

Xangô é o responsável pela solução das pendências e das injustiças, dando a quem merece o devido castigo e, a vitória ao injustiçado.
Sincretizado a São Jerônimo, Xangô é o Orixá da sabedoria e da justiça, sua cor é o marrom.
São Jerônimo nasceu na cidade de Estrido, Dalmacia, nas atuais fronteiras da Iugoslávia, por volta do ano 340 e ele foi um dos grandes escritores de seu tempo. Tornou-se monge e partiu para o Oriente, fixou-se na Síria entregando-se a uma vida de penitências e orações. Regressando a Roma, foi feito secretário do papa São Damaso que lhe deu a missão de traduzir as Sagradas Escrituras para o latim, obra que ficou conhecida como Vulgata dando origem a Biblia atual.
Xangô é o responsável pela solução das pendências e das injustiças, dando a quem merece o devido castigo e, a vitória ao injustiçado.Xangô simboliza a lei de causa e efeito, seu fetiche é a machada de dois gumes ou a balança de dois pratos, simbolizando a justiça e a imparcialidade.
Recorrem a Xangô todos os injustiçados, perseguidos espiritual e materialmente.
Recorrem a Xangô todos os injustiçados, perseguidos espiritual e materialmente.
Os domínios de Xangô são as pedreiras e as cachoeiras, de Xangô emanam forças poderosíssimas, é a Ele que recorremos quando necessitamos de ajuda nos processos que demandem muita energia, nas demandas espirituais, nos processos judiciais, enfim, todos os assuntos ligados à lei e a justiça.
Nossos irmãos africanos nos ensinaram que Xangô é o Orixá atuante simbolicamente sobre as tempestades e tudo que dela provenha como raios, chuva com trovoadas, etc.
Xangô como todos os Orixás jamais desampara aqueles que a Ele recorrem.
Xangô como todos os Orixás jamais desampara aqueles que a Ele recorrem.
De Xangô emanam a autoridade, a justiça e o saber. Ele jamais erra e não permite o erro de seus filhos. É o protetor dos bons juizes, dos bons advogados e de todos aqueles que tenham contato com as práticas das leis.
Nas demandas espirituais após Ogum ou os outros Orixás envolvidos nessas demandas terem feito o seu trabalho, Xangô virá obrigatoriamente cumprir a lei de Deus de causa e efeito.
Nas demandas espirituais após Ogum ou os outros Orixás envolvidos nessas demandas terem feito o seu trabalho, Xangô virá obrigatoriamente cumprir a lei de Deus de causa e efeito.
A vibração de Xangô, nas evocações que ocorrem nos templos de Umbanda, é fortíssima. Quando incorporado em nossos médiuns transmite sempre a imagem de alguém forte como a rocha, todos pressentem sua tremenda força.

Em muitos pontos cantados de Xangô, ouve-se a frase; “
Em muitos pontos cantados de Xangô, ouve-se a frase; “Não brinque com Xangô, porque Xangô não brinca não”.
Essa frase transmite claramente sua autoridade e intolerância com os erros dos homens.
Xangô está sempre associado à força, Ele é autoritário, capaz de despertar o respeito por suas determinações e leis, com poder para decidir sobre o bem e o mal.
As suas determinações serão sempre obedecidas por todos, gostem ou não. Por estar associado à firmeza da rocha e à estabilidade que as pedreiras transmitem, que são os seus domínios, delas emana a sua força.
Em suas obrigações podem ser usadas flores brancas, velas de cor marrom ou brancas, cerveja preta e água da cachoeira. Nesse sentido, é comum ver as obrigações que lhe são feitas nas pedreiras e cachoeiras, sendo que em muitos casos depositam lá uma verdadeira parafernália de objetos e comidas como o quiabo com feijão fradinho e outras coisas mais, como o vinho e licores diversos.
Não há necessidade de pedir a Xangô a justiça, Ele a fará sempre mesmo que você não peça ajuda a Ele. Na realidade evite pedir justiça, se você pedir a justiça, tenha certeza que Ele atenderá o seu pedido, mas como qualquer ser humano você tem em seu passado alguma coisa da qual se envergonha e Xangô também vai ver os seus erros e lhe dará também, ao mesmo tempo, o seu pagamento por suas obras.
Você se sente injustiçado? Então aguarde, Xangô fará a justiça por você, sem que exista a necessidade de pedir coisa alguma a Ele; mas se pedir, prepare-se, você também receberá o seu pagamento.
Se o assunto é ligado a lei e aos seus processos e você possui a verdade ao seu lado, pode recorrer a Ele com toda a garantia de vitória, mas só proceda desta forma se tiver à verdade ao seu lado, porque se você é o errado na questão, tenha certeza que Ele vai puni-lo.
A justiça de Xangô é baseada em leis Divinas, leis que tem origem Divina e não podem ser manipulado pelos homens, seja sábio.
Xangô está sempre associado à força, Ele é autoritário, capaz de despertar o respeito por suas determinações e leis, com poder para decidir sobre o bem e o mal.
As suas determinações serão sempre obedecidas por todos, gostem ou não. Por estar associado à firmeza da rocha e à estabilidade que as pedreiras transmitem, que são os seus domínios, delas emana a sua força.
Em suas obrigações podem ser usadas flores brancas, velas de cor marrom ou brancas, cerveja preta e água da cachoeira. Nesse sentido, é comum ver as obrigações que lhe são feitas nas pedreiras e cachoeiras, sendo que em muitos casos depositam lá uma verdadeira parafernália de objetos e comidas como o quiabo com feijão fradinho e outras coisas mais, como o vinho e licores diversos.
Não há necessidade de pedir a Xangô a justiça, Ele a fará sempre mesmo que você não peça ajuda a Ele. Na realidade evite pedir justiça, se você pedir a justiça, tenha certeza que Ele atenderá o seu pedido, mas como qualquer ser humano você tem em seu passado alguma coisa da qual se envergonha e Xangô também vai ver os seus erros e lhe dará também, ao mesmo tempo, o seu pagamento por suas obras.
Você se sente injustiçado? Então aguarde, Xangô fará a justiça por você, sem que exista a necessidade de pedir coisa alguma a Ele; mas se pedir, prepare-se, você também receberá o seu pagamento.
Se o assunto é ligado a lei e aos seus processos e você possui a verdade ao seu lado, pode recorrer a Ele com toda a garantia de vitória, mas só proceda desta forma se tiver à verdade ao seu lado, porque se você é o errado na questão, tenha certeza que Ele vai puni-lo.
A justiça de Xangô é baseada em leis Divinas, leis que tem origem Divina e não podem ser manipulado pelos homens, seja sábio.
- Cor ....................... Marrom
- Domínios ................ Pedreiras e cachoeiras
- Atuação ................. A justiça
- Saudação ............... Kaô cabecile
- Elemento ............... Terra
Comentário do Pai de Santo
Certa noite no final de um trabalho de gira de desenvolvimento, o Caboclo Arranca Toco riscou no chão o ponto de um caboclo da linha de Xangô conhecido por nós como Caboclo Treme Terra e dentro desse ponto colocou uma pedra.
Nessa ocasião, informou a todos da corrente que aquela noite seria a noite da justiça, que ele iria pedir ao seu irmão da linha de Xangô, que intercedesse por todos nós no sentido de buscar a justiça contra todos aqueles que haviam nos traído.
Para fazer o pedido, era simples, qualquer médium poderia se dirigir ao ponto, segurar a pedra nas mãos e mentalmente pedir a Xangô a justiça sobre o que se julgava injustiçado.
Perguntou então a corrente, quem gostaria de ser o primeiro a pedir justiça. Os médiuns mais velhos, conhecedores do rígido caráter do Caboclo Arranca Toco, ficaram quietos em seus lugares, porque sabiam que vinha desse episódio um grande puxão de orelha.
Uma das iniciantes que não o conhecia bem, disse ao caboclo:
Nessa ocasião, informou a todos da corrente que aquela noite seria a noite da justiça, que ele iria pedir ao seu irmão da linha de Xangô, que intercedesse por todos nós no sentido de buscar a justiça contra todos aqueles que haviam nos traído.
Para fazer o pedido, era simples, qualquer médium poderia se dirigir ao ponto, segurar a pedra nas mãos e mentalmente pedir a Xangô a justiça sobre o que se julgava injustiçado.
Perguntou então a corrente, quem gostaria de ser o primeiro a pedir justiça. Os médiuns mais velhos, conhecedores do rígido caráter do Caboclo Arranca Toco, ficaram quietos em seus lugares, porque sabiam que vinha desse episódio um grande puxão de orelha.
Uma das iniciantes que não o conhecia bem, disse ao caboclo:
- Eu quero ser a primeira!
Dirigiu-se ao ponto e quando ia tocar na pedra, o caboclo segurou sua mão impedindo que ela tocasse na pedra e lhe disse o seguinte:
- Filha, se você tocar nessa pedra, você estará traçando o seu infortúnio futuro!
O caboclo nos deu a lição de que não existe a necessidade de pedir justiça a Xangô, Ele a fará mesmo que você não peça. Explicou ainda que todos que pedem por justiça, na realidade querem a vingança. Se desejam a punição do próximo, é porque alimentam prazer pela possibilidade do castigo que será aplicado em outra pessoa.
O passado não pode mais ser mudado, se algo ruim aconteceu no passado envolvendo você e outras pessoas, tenha certeza que todos desejariam voltar no tempo e corrigir os seus erros. Isso, porém, não pode ser feito. Desta forma, perdoe as ofensas e as traições. Se você é realmente umbandista, você tem a obrigação moral de perdoar qualquer ofensa.
Você foi traído, foi injustiçado, foi roubado, ou lhe fizeram coisas que o magoaram, esqueça-as; confie em Deus, em Xangô e em seus amigos espirituais, porque eles farão justiça por você.
Jamais peça a Xangô a punição de outra pessoa, porque nesse caso você não quer justiça, você quer vingança, sentimento nada típico de um médium ou de um seguidor umbandista.
Em relação aos canalhas, exploradores da fé alheia, matreiros e vagabundos da espiritualidade, de Xangô só temos uma coisa a lhes dizer:
O passado não pode mais ser mudado, se algo ruim aconteceu no passado envolvendo você e outras pessoas, tenha certeza que todos desejariam voltar no tempo e corrigir os seus erros. Isso, porém, não pode ser feito. Desta forma, perdoe as ofensas e as traições. Se você é realmente umbandista, você tem a obrigação moral de perdoar qualquer ofensa.
Você foi traído, foi injustiçado, foi roubado, ou lhe fizeram coisas que o magoaram, esqueça-as; confie em Deus, em Xangô e em seus amigos espirituais, porque eles farão justiça por você.
Jamais peça a Xangô a punição de outra pessoa, porque nesse caso você não quer justiça, você quer vingança, sentimento nada típico de um médium ou de um seguidor umbandista.
Em relação aos canalhas, exploradores da fé alheia, matreiros e vagabundos da espiritualidade, de Xangô só temos uma coisa a lhes dizer:
- Com o tempo eles irão conhecê-lo e também conhecerão a dureza e a imparcialidade de suas leis, tenham a certeza disso!
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terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Obsessão espiritual
Nas últimas décadas a obsessão espiritual vem grassando na Terra, cada vez mais e mais, causando perturbações e sofrimentos os mais variados.
Ela é, certamente, uma doença, só que é doença da alma, ou melhor, a nossa alma é que favorece as condições necessárias para as obsessões poderem se instalar.
Mas, o que é uma obsessão? É o domínio que um espírito exerce sobre alguém. Esse domínio ocorre em variados graus, desde os mais leves até aqueles que vão da fascinação à subjugação, podendo chegar à possessão.
Conforme explica Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, “A obsessão é uma ação permanente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo”.
É uma ação permanente e não esporádica, em que o espírito perseguidor permanece junto ao obsidiado, usando todos os recursos que conhece e dos quais consegue lançar mão, para alcançar o que pretende.
A ação obsessiva é exercida por um espírito que, nessa ação, está sendo mau; não é exercida por um espírito bom, ou mesmo por um “sofredor”, porque é uma ação maléfica, visando geralmente vingança.
PERGUNTA FREQÜENTE
Um espírito pode ser eternamente mau?
Quando se fala em espíritos maus não se quer dizer que eles o sejam eternamente, ou que já tenham sido criados assim. Eles não são diferentes de nós, apenas seguiram por caminhos em desacordo com as leis cósmicas descendo moralmente aos mais diversos níveis. Há obsessores que agem com maldade apenas em relação aos objetos do seu ódio. Outros sentem verdadeiro prazer em serem maus e há mesmo aqueles terrivelmente perversos, cruéis, verdadeiros monstros de maldade e perversões de toda natureza. São os que muitos classificam como Demônios, Satanás, Diabo etc.
Mas o espírito nunca regride em sua evolução. Os valores adquiridos permanecem latentes em seu inconsciente, e suas quedas morais são temporárias, mesmo que durem milênios.
Muitos espíritos, ao alcançarem um grau mediano de evolução através das experiências reencarnatórias no bojo do tempo, quando se lhes começa a despertar a consciência divina, chamando-os para o Alto, preferem as atrações inferiores, mergulhando fundo nas paixões. E, nesse impasse entre os ditames da consciência e suas escolhas, tratam de abafar os chamamentos superiores, isolando-se da essência de seus próprios espíritos, que é luz de Deus. É como se envolvessem a consciência num energismo de negação, abafando-a. Mas todos eles, dos maus aos piores, um dia se cansarão da própria maldade, retomando o caminho da evolução. Deus não iria criar seres que pudessem, para sempre, votar-se ao mal.
Há inúmeras narrativas de espíritos sobre episódios em que algum desses terríveis “medalhões do mal” acaba abandonando as regiões inferiores, decidido a mudar de vida, passando a preparar-se para nova reencarnação que, certamente, será muito sofrida, mas representa o passo inicial em sua retomada evolutiva. Nesses casos geralmente há a atuação de alguém que lhe é muito caro, como por exemplo, alguém que fora sua mãe na Terra, e que desce de regiões de luz e harmonia para convencer aquele ser amado a mudar de rumo.
Já os espíritos que alcançaram maior grau de evolução, cujas consciências já se encontram harmonizadas com o esplendor das leis divinas, esses não mais se sentem atraídos pelos chamamentos inferiores, porque já eliminaram de si mesmos todos os resíduos da natureza animalizada. Aquela lenda sobre o Anjo que sentia inveja e tinha a ambição de assemelhar-se a Deus e por isso foi lançado ao inferno, tem simbolismos diferentes, porque um ser espiritual tão elevado não cai. A ambição, a inveja, o ódio, o egoísmo e assemelhados, são valores negativos que somente vigoram nas faixas primárias da evolução.
PERGUNTA FREQÜENTE
Por que algum espírito se põe a obsidiar uma pessoa reencarnada?
As obsessões quase sempre acontecem por questões de vingança, e podemos mesmo dizer que os obsessores são nossos cobradores. Eles estão nos cobrando algum mal que lhes fizemos, geralmente, em vidas passadas.
Também existem casos de obsessão por espíritos que foram abortados. Vendo frustrados os seus ideais de retornarem à Terra, através da reencarnação, procuram vingar-se das mulheres que lhes deram acolhida, mas em seguida os expulsaram de seus ventres.
Inúmeros processos obsessivos também têm início em condutas viciosas, ou que estejam em conflito com valores morais, porque nestes casos os semelhantes se atraem.
Há ainda os casos de obsessão encomendados em “terreiros” que trabalham para o mal.
PERGUNTA FREQÜENTE
Como pode alguém contrair uma obsessão através da sua conduta?
Nas atividades mediúnicas e também na bibliografia psicografada, encontram-se inúmeras narrativas sobre pessoas que freqüentavam ambientes de baixo nível moral-espiritual, como por exemplo, lupanares, onde atraíam espíritos viciados em sexo que passavam a acompanhá-los, induzindo-os à luxúria e à devassidão, a fim de poderem locupletar-se com as energias sexuais degeneradas que eram geradas nesses atos.
Da mesma forma com relação aos mais diversos vícios, e até mesmo a condutas desonestas ou outras que ferem a ética cósmica.
Todos nós temos as companhias espirituais que atraímos através das nossas atitudes e ações.
PERGUNTA FREQÜENTE
Que é possível fazer-se para “curar” uma obsessão?
Em qualquer processo de obsessão o remédio está numa conduta assentada na ética cósmica; está na reforma interior. Também é importante procurar um centro espírita, para receber passes e orientações, e para que o espírito obsessor possa ser devidamente assistido em trabalhos específicos. Os centros espíritas são instituições onde melhor se conhece esses assuntos e onde se trabalha sistematicamente para ajudar em situações como essas.
Mas a cura depende principalmente do obsidiado, do esforço que faça pelo próprio crescimento e iluminação. Quando consegue desenvolver amor em seus sentimentos, transformando-o numa constante em suas atitudes, com isso estará elevando a própria freqüência vibratória, fugindo á sintonia que tinha com o espírito obsessor. Isto é muito importante porque essas perseguições espirituais movidas por sentimentos de vingança mostram que o perseguido de hoje é o algoz de ontem, ou seja, tem uma dívida kármica que precisa resgatar. Nestes casos a melhor forma de resgate está em conseguir o perdão do obsessor e ajudá-lo a encontrar o caminho para seu próprio crescimento espiritual. Para isso, os centros espíritas ajudam muito com os trabalhos de desobsessão, que são realizados com muito amor.
Quando algum espírito perseguidor, ou mesmo alguma entidade de baixíssima condição espiritual é envolvido nas vibrações de amor do grupo, observa-se nele grandes mudanças.
Um médium vidente presente aos trabalhos pode observar como essas mudanças são radicais. Um espírito de baixa vibração geralmente é visto pelos videntes com aparência feia e até mesmo horrível, e vestido ou envolvido em roupagens escuras, mal-cheirosas e de desagradável aspecto. Mas, quando recebe a vibração de amor do grupo e do médium que o incorpora, algo nele começa a se desintegrar. Então, o doutrinador conversa com ele, levando-o a ver que assim está prejudicando a si mesmo, atrasando a própria evolução. Procura levá-lo a perdoar e a se afastar de quem está perseguindo. Os espíritos benfeitores, responsáveis pelo trabalho, também usam inúmeros outros recursos, tais como trazer algum espírito que foi muito querido ao obsessor, para tentar convencê-lo a perdoar e abandonar a perseguição. Assim, com o desenrolar dos trabalhos até a sua aparência vai se modificando para melhor.
PERGUNTA FREQÜENTE
Para desmanchar “trabalhos de terreiro”, que é preciso? Procurar o Espiritismo?
O Espiritismo não lida de forma direta com nada relacionado a macumbas ou outros “trabalhos de terreiro”, mas ajuda e ensina como agir nos casos de perseguições espirituais de qualquer natureza.
Essas perseguições, na verdade, só nos alcançam quando encontram pontos de sintonia em nossa intimidade.
Assim, se procuramos vivenciar os valores da alma, em sua profundidade, estamos mudando nossa sintonia e ficando fora do alcance de tais perseguições.
Também é certo que muitas vezes elas nos atingem, porque ainda guardamos em nossa consciência profunda algum "lixo" acumulado em vidas passadas. Por isso, muitas pessoas boas se tornam vítimas de macumbas, obsessões, inveja e assemelhados.
Mas mesmo nesses casos, se fizermos uma verdadeira reforma em nosso interior, passando a vivenciar o perdão pleno, a fraternidade, e outros valores éticos, fazendo do amor universal o nosso alicerce de vida; se buscarmos Deus, em oração, com certeza minimizaremos quaisquer efeitos negativos de tais perseguições, e até mesmo, podemos acabar com elas.
Também ocorre muito amiúde pensarmos que alguém nos botou macumba, quando essa macumba foi feita por nós próprios, pelos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações em desacordo com as leis cósmicas.
Em quaisquer casos, no entanto, é importante procurar um centro espírita para receber passes, que representam poderosa ajuda, além das palestras explicativas ou de teor evangélico, que ajudam na elevação da nossa freqüência vibratória.
A cura da obsessão depende principalmente do obsedado,
do esforço que faça pelo próprio crescimento e iluminação.
Quando consegue desenvolver amor em seus sentimentos, transformando-o numa constante em suas atitudes, estará
elevando a própria freqüência vibratória, fugindo á
sintonia que tinha com o espírito obsessor.
Também o "passe" é importante, pela transfusão energética
e limpeza do campo magnético da pessoa necessitada.
É ministrado nos centros espíritas por pessoas preparadas
para esse mister, que se utilizam das mãos para essa
ação, que representa um gesto de amor.
Nesses casos há sempre a assistência de espíritos
competentes na manipulação de energias.
Sempre que alguém te ofender,
ou quando estiveres em presença, nas proximidades,
ou mesmo apenas pensando na pessoa que te magoa ou
com a qual antipatizas, faz o seguinte exercício:
“Respira fundo, buscando relaxar.
Procura encher o coração com amor e diga mentalmente:
“Quero que tu, Fulano, estejas em paz.
Quero que estejas bem, com saúde e prosperidade.
Que Deus te abençoe, e te faça feliz”.
Isto te fará infinito bem.
Ela é, certamente, uma doença, só que é doença da alma, ou melhor, a nossa alma é que favorece as condições necessárias para as obsessões poderem se instalar.
Mas, o que é uma obsessão? É o domínio que um espírito exerce sobre alguém. Esse domínio ocorre em variados graus, desde os mais leves até aqueles que vão da fascinação à subjugação, podendo chegar à possessão.
Conforme explica Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, “A obsessão é uma ação permanente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo”.
É uma ação permanente e não esporádica, em que o espírito perseguidor permanece junto ao obsidiado, usando todos os recursos que conhece e dos quais consegue lançar mão, para alcançar o que pretende.
A ação obsessiva é exercida por um espírito que, nessa ação, está sendo mau; não é exercida por um espírito bom, ou mesmo por um “sofredor”, porque é uma ação maléfica, visando geralmente vingança.
PERGUNTA FREQÜENTE
Um espírito pode ser eternamente mau?
Quando se fala em espíritos maus não se quer dizer que eles o sejam eternamente, ou que já tenham sido criados assim. Eles não são diferentes de nós, apenas seguiram por caminhos em desacordo com as leis cósmicas descendo moralmente aos mais diversos níveis. Há obsessores que agem com maldade apenas em relação aos objetos do seu ódio. Outros sentem verdadeiro prazer em serem maus e há mesmo aqueles terrivelmente perversos, cruéis, verdadeiros monstros de maldade e perversões de toda natureza. São os que muitos classificam como Demônios, Satanás, Diabo etc.
Mas o espírito nunca regride em sua evolução. Os valores adquiridos permanecem latentes em seu inconsciente, e suas quedas morais são temporárias, mesmo que durem milênios.
Muitos espíritos, ao alcançarem um grau mediano de evolução através das experiências reencarnatórias no bojo do tempo, quando se lhes começa a despertar a consciência divina, chamando-os para o Alto, preferem as atrações inferiores, mergulhando fundo nas paixões. E, nesse impasse entre os ditames da consciência e suas escolhas, tratam de abafar os chamamentos superiores, isolando-se da essência de seus próprios espíritos, que é luz de Deus. É como se envolvessem a consciência num energismo de negação, abafando-a. Mas todos eles, dos maus aos piores, um dia se cansarão da própria maldade, retomando o caminho da evolução. Deus não iria criar seres que pudessem, para sempre, votar-se ao mal.
Há inúmeras narrativas de espíritos sobre episódios em que algum desses terríveis “medalhões do mal” acaba abandonando as regiões inferiores, decidido a mudar de vida, passando a preparar-se para nova reencarnação que, certamente, será muito sofrida, mas representa o passo inicial em sua retomada evolutiva. Nesses casos geralmente há a atuação de alguém que lhe é muito caro, como por exemplo, alguém que fora sua mãe na Terra, e que desce de regiões de luz e harmonia para convencer aquele ser amado a mudar de rumo.
Já os espíritos que alcançaram maior grau de evolução, cujas consciências já se encontram harmonizadas com o esplendor das leis divinas, esses não mais se sentem atraídos pelos chamamentos inferiores, porque já eliminaram de si mesmos todos os resíduos da natureza animalizada. Aquela lenda sobre o Anjo que sentia inveja e tinha a ambição de assemelhar-se a Deus e por isso foi lançado ao inferno, tem simbolismos diferentes, porque um ser espiritual tão elevado não cai. A ambição, a inveja, o ódio, o egoísmo e assemelhados, são valores negativos que somente vigoram nas faixas primárias da evolução.
PERGUNTA FREQÜENTE
Por que algum espírito se põe a obsidiar uma pessoa reencarnada?
As obsessões quase sempre acontecem por questões de vingança, e podemos mesmo dizer que os obsessores são nossos cobradores. Eles estão nos cobrando algum mal que lhes fizemos, geralmente, em vidas passadas.
Também existem casos de obsessão por espíritos que foram abortados. Vendo frustrados os seus ideais de retornarem à Terra, através da reencarnação, procuram vingar-se das mulheres que lhes deram acolhida, mas em seguida os expulsaram de seus ventres.
Inúmeros processos obsessivos também têm início em condutas viciosas, ou que estejam em conflito com valores morais, porque nestes casos os semelhantes se atraem.
Há ainda os casos de obsessão encomendados em “terreiros” que trabalham para o mal.
PERGUNTA FREQÜENTE
Como pode alguém contrair uma obsessão através da sua conduta?
Nas atividades mediúnicas e também na bibliografia psicografada, encontram-se inúmeras narrativas sobre pessoas que freqüentavam ambientes de baixo nível moral-espiritual, como por exemplo, lupanares, onde atraíam espíritos viciados em sexo que passavam a acompanhá-los, induzindo-os à luxúria e à devassidão, a fim de poderem locupletar-se com as energias sexuais degeneradas que eram geradas nesses atos.
Da mesma forma com relação aos mais diversos vícios, e até mesmo a condutas desonestas ou outras que ferem a ética cósmica.
Todos nós temos as companhias espirituais que atraímos através das nossas atitudes e ações.
PERGUNTA FREQÜENTE
Que é possível fazer-se para “curar” uma obsessão?
Em qualquer processo de obsessão o remédio está numa conduta assentada na ética cósmica; está na reforma interior. Também é importante procurar um centro espírita, para receber passes e orientações, e para que o espírito obsessor possa ser devidamente assistido em trabalhos específicos. Os centros espíritas são instituições onde melhor se conhece esses assuntos e onde se trabalha sistematicamente para ajudar em situações como essas.
Mas a cura depende principalmente do obsidiado, do esforço que faça pelo próprio crescimento e iluminação. Quando consegue desenvolver amor em seus sentimentos, transformando-o numa constante em suas atitudes, com isso estará elevando a própria freqüência vibratória, fugindo á sintonia que tinha com o espírito obsessor. Isto é muito importante porque essas perseguições espirituais movidas por sentimentos de vingança mostram que o perseguido de hoje é o algoz de ontem, ou seja, tem uma dívida kármica que precisa resgatar. Nestes casos a melhor forma de resgate está em conseguir o perdão do obsessor e ajudá-lo a encontrar o caminho para seu próprio crescimento espiritual. Para isso, os centros espíritas ajudam muito com os trabalhos de desobsessão, que são realizados com muito amor.
Quando algum espírito perseguidor, ou mesmo alguma entidade de baixíssima condição espiritual é envolvido nas vibrações de amor do grupo, observa-se nele grandes mudanças.
Um médium vidente presente aos trabalhos pode observar como essas mudanças são radicais. Um espírito de baixa vibração geralmente é visto pelos videntes com aparência feia e até mesmo horrível, e vestido ou envolvido em roupagens escuras, mal-cheirosas e de desagradável aspecto. Mas, quando recebe a vibração de amor do grupo e do médium que o incorpora, algo nele começa a se desintegrar. Então, o doutrinador conversa com ele, levando-o a ver que assim está prejudicando a si mesmo, atrasando a própria evolução. Procura levá-lo a perdoar e a se afastar de quem está perseguindo. Os espíritos benfeitores, responsáveis pelo trabalho, também usam inúmeros outros recursos, tais como trazer algum espírito que foi muito querido ao obsessor, para tentar convencê-lo a perdoar e abandonar a perseguição. Assim, com o desenrolar dos trabalhos até a sua aparência vai se modificando para melhor.
PERGUNTA FREQÜENTE
Para desmanchar “trabalhos de terreiro”, que é preciso? Procurar o Espiritismo?
O Espiritismo não lida de forma direta com nada relacionado a macumbas ou outros “trabalhos de terreiro”, mas ajuda e ensina como agir nos casos de perseguições espirituais de qualquer natureza.
Essas perseguições, na verdade, só nos alcançam quando encontram pontos de sintonia em nossa intimidade.
Assim, se procuramos vivenciar os valores da alma, em sua profundidade, estamos mudando nossa sintonia e ficando fora do alcance de tais perseguições.
Também é certo que muitas vezes elas nos atingem, porque ainda guardamos em nossa consciência profunda algum "lixo" acumulado em vidas passadas. Por isso, muitas pessoas boas se tornam vítimas de macumbas, obsessões, inveja e assemelhados.
Mas mesmo nesses casos, se fizermos uma verdadeira reforma em nosso interior, passando a vivenciar o perdão pleno, a fraternidade, e outros valores éticos, fazendo do amor universal o nosso alicerce de vida; se buscarmos Deus, em oração, com certeza minimizaremos quaisquer efeitos negativos de tais perseguições, e até mesmo, podemos acabar com elas.
Também ocorre muito amiúde pensarmos que alguém nos botou macumba, quando essa macumba foi feita por nós próprios, pelos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações em desacordo com as leis cósmicas.
Em quaisquer casos, no entanto, é importante procurar um centro espírita para receber passes, que representam poderosa ajuda, além das palestras explicativas ou de teor evangélico, que ajudam na elevação da nossa freqüência vibratória.
A cura da obsessão depende principalmente do obsedado,
do esforço que faça pelo próprio crescimento e iluminação.
Quando consegue desenvolver amor em seus sentimentos, transformando-o numa constante em suas atitudes, estará
elevando a própria freqüência vibratória, fugindo á
sintonia que tinha com o espírito obsessor.
Também o "passe" é importante, pela transfusão energética
e limpeza do campo magnético da pessoa necessitada.
É ministrado nos centros espíritas por pessoas preparadas
para esse mister, que se utilizam das mãos para essa
ação, que representa um gesto de amor.
Nesses casos há sempre a assistência de espíritos
competentes na manipulação de energias.
Sempre que alguém te ofender,
ou quando estiveres em presença, nas proximidades,
ou mesmo apenas pensando na pessoa que te magoa ou
com a qual antipatizas, faz o seguinte exercício:
“Respira fundo, buscando relaxar.
Procura encher o coração com amor e diga mentalmente:
“Quero que tu, Fulano, estejas em paz.
Quero que estejas bem, com saúde e prosperidade.
Que Deus te abençoe, e te faça feliz”.
Isto te fará infinito bem.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
AMARRACAO POR QUE UM UMBANDISTA VERDADEIRO E CONTRA ESSA PRATICA
A amarração, é um processo místico que consiste num maldição lançada com a finalidade de unir 2 pessoas, sexual ou amorosamente. Uma amarração, pressupõem que em simultâneo se celebrem 2 tipos de malefícios:
Por um lado, é realizado um trabalho de união dos caminhos de vida das 2 pessoas que se deseja amarrar, ao passo que por outro lado, á pessoa amarrada são desviados os rumos de vida relativamente a quaisquer outras terceiras pessoas.
Que as bruxarias alteram o destino da vida de uma pessoa, já a Bíblia atesta no Livro de Ezequiel, onde assim podemos ler a propósito das bruxas:
Vos profanais-me por um punhado de cevada ou um pedaço de pão,
destinando á morte quem não devia morrer
e destinando á vida que não deveria viver (….)
caçais gente como pássaros (….)
As pessoas que vós aprisionaste como se fossem pássaros
Ezequiel 13; 17-23
Ezequiel 13; 17-23
Assim se verifica que o profeta de Deus se queixa que as bruxas estão alterando os destinos daqueles afectados pelas bruxarias. Pois uma bruxaria de amarração, consiste precisamente numa maldição que caindo sobre a vida de uma pessoa, lhe altera o destino e remete os rumos de vida para junto da pessoa que encomendou a amarração.
Assim, está-se alterando o destino de uma pessoa, para que ela jamais encontre felicidade e descanso junto de outrem, senão com quem encomendou a amarração.
Trata-se um processo místico por via do qual se invocam espiritos que vão entrar e influenciar na vida de uma pessoa, de forma a leva-la a ficar com alguém que encomendou esse trabalho a troco de dinheiro.
Pela amarração, espíritos são invocados, espíritos são dirigidos á vida de uma pessoa. Esses espíritos farão cumprir uma maldição.
Pela amarração, espíritos são invocados, espíritos são dirigidos á vida de uma pessoa. Esses espíritos farão cumprir uma maldição.
Maldição essa, que vai condenar uma pessoa a ter o seu caminho de vida «cruzado» ou «apegado» a um outra pessoa.
Isso significa que todo os passos do caminho de vida que essa pessoa que foi amarrada tentar, que não conduzam á pessoa que a amarrou, serão caminhos de dor e sofrimento, seja para si mesma, ou seja para os outros que estejam ao seu lado.
Assim, enquanto essa pessoa não ficar junto de quem encomendou a amarração, ela encontrará sempre á sua volta ou dor, ou angustia, ou contratempos, ou sofrimentos, ou lágrimas, ou bloqueios, sejam em si mesma, seja naqueles que a rodeia.
Assim será feito para que essa pessoa não tenha paz, e para que essa pessoa sofra enquanto se mantiver separada de quem a mandou amarrar.
Essa pessoa apenas terá descanço e paz quando estiver junto de quem a amarrou, e enquanto andar longe de quem a amarrou, nada mais lhe vai restar senão essa maldição.
Cabe ás entidades espirituais terrenais e mais próximas deste mundo, especialmente aquelas ligadas á luxúria e á vingança, realizar tais tarefas de maldição. Tais entidades são invocadas por via rituais de magia negra.
Cabe ás entidades espirituais terrenais e mais próximas deste mundo, especialmente aquelas ligadas á luxúria e á vingança, realizar tais tarefas de maldição. Tais entidades são invocadas por via rituais de magia negra.
Que efeitos produz uma amarração?
Uma amarração faz uma pessoa ficar com outra, ou faz ela voltar, faz ela desejar e não conseguir deixar de pensar nessa outra pessoa.
Como é que uma amarração consegue lavar a uma união?
Uma amarração produz esse resultado de união porque as entidades espirituais que vão abordar a pessoa amarrada vão causar certos efeitos na vida dela.
Ao assim ser, uma amarração abre aquela porta que estava fechada, para que a pessoa que fez a amarração entre por essa porta e acabe conquistando vitoriosamente a vida da outra pessoa.
Você pergunta:
Ao assim ser, uma amarração abre aquela porta que estava fechada, para que a pessoa que fez a amarração entre por essa porta e acabe conquistando vitoriosamente a vida da outra pessoa.
Você pergunta:
- - que efeitos produz uma amarração? Que efeitos tem o espírito que está operando invisivelmente uma amarração na vida de uma pessoa?
Os espíritos provocarão fundamentalmente 5 tipos de efeitos na vida da pessoa que estão querendo amarrar a quem encomendou o trabalho de magia.
Os 5 efeitos de uma amarração são:
- 1-Os espíritos vão murmurar a todo o tempo o nome de quem pediu a amarração, ao ouvido da pessoa amarrada, numa tortura invisível. Os espíritos vão assim fazer com que essa pessoa se lembre a todo o momento de quem a amarrou. Se a pessoa for teimosa, ela pode até resistir um certo tempo á tentação de estar com a pessoa que mandou fazer a amarração, mas ela vai sofrer muito se não o fizer.
- 2- Os espíritos vão “embebedar” a pessoa amarrada com forte e ardente luxúria, com terrível desejo sexual, abrindo essa pessoa a uma irresistível sede de ter sexo.
- 3- Os espíritos vão amansar a pessoa, quebrando-lhe o espírito de forma a que a vontade da pessoa vá lentamente vergando e ela fique frouxa e mansa. Podem fazê-lo com constantes acontecimentos desmoralizadores que vão aos poucos abatendo a pessoa. Nesse caso, a pessoa vê todas as portas bloqueadas na sua vida e parece que nada dá certo, que a sorte abandonou a vida dessa pessoa amarrada. Nesse caso, a pessoa esta sendo quebrada e vergada.
- 4- Os espíritos vão causar aborrecimentos, infelicidades, perdas, dores, problemas e todo o tipo de contratempos á pessoa amarrada, ou a pessoa próximas de si. A pessoa vai sofrer imenso enquanto não estiver com a pessoa que encomendou a amarração.
Ou será essa pessoa a sofrer, ou serão aquelas que lhes estão próximas, de forma a que a desolação e a angustaia sejam sempre o cenário que circunda e acompanha a vida dessa pessoa amarrada
. Quando a pessoa amarrada estiver junto da pessoa que a amarrou tudo vai acalmar e estar bem. Mas de cada vez que se afastar, essa pessoa amarrada vai sofrer os infernos. E cada vez que se recusar a falar ou voltar, essa pessoa amarrada vai sofrer esta maldição.
- 5- Os espíritos podem mesmo infiltrar-se nos sonhos da pessoa amarrada, atormentando-a, ora com pesadelos e visoes, ora com constantes visões da pessoa que encomendou a amarração, ou com sonhos eróticos com essa pessoa, ou com maus pressentimentos , gerando grande instabilidade mental e espiritual. Ao fazê-lo, estão torturando psicologicamente e quebrado o espírito da pessoa amarrada para que ela fique fraca e ceda aos desejos da pessoa que fez o trabalho.
Ao realizar todos estes 5 tipos de efeitos na vida da pessoa amarrada,
(todos eles poderão suceder, ou então apenas aqueles que os espíritos acharem necessário causar para levar ao fim proposto),
o trabalho de amarração acaba abrindo uma porta para que a pessoa que encomendou a amarração entre por essa porta e acabe conquistando vitoriosamente a vida da outra pessoa.
Amarração é por isso uma maldição.
Uma maldição que faz os espíritos actuarem na vida da pessoa amarrada.
E os resultados são dois: - 1- Ou, em caso de total sucesso, a pessoa amarrada regressa, mansa e vergada;
- 2- Ou, em caso de algum bloqueio, a pessoa amarrada ficará amaldiçoada para sempre, condenada á infelicidade, ao tormento, á dor, aos constantes problemas que a atingem a ela ou a quem a rodeia, para que ela nunca mais seja feliz nesta vida.
Qualquer um destes resultados, é um resultado garantido quando se encomenda uma amarração.
Uma amarração, é um poderoso trabalho de magia negra.
È caso para dizer:
«ou a pessoa amarrada fica consigo, ou ela nunca mais vai ter paz nessa vida..»
terça-feira, 19 de julho de 2011
A CRIANCA E SEU ESPIRITO
Compreendemos, pois, que a criança é o Espírito eterno que ora reinicia a sua aprendizagem no mundo, trazendo consigo ao renascer uma bagagem de experiências multi-milenares, mas carregando também em si mesma, o germe de seu aperfeiçoamento.
Seu objetivo na Terra: EVOLUIR, desenvolver sua potencialidade interior, compreender a sim mesma e ao mundo que a cerca, corrigir os erros cometidos no passado, superar os próprios defeitos, desenvolvendo assim, gradativamente, o germe da perfeição que carrega em sim mesma, como herança Divina.
"Ó espíritas! compreendei hoje o grande papel da Humanidade; compreendei que quando produzis um corpo, a alma que nele se encarna vem do espaço para progredir; sabei vossos deveres e colocai todo o vosso amor em aproximar essa alma de Deus:" (O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. XIV.9)
Em o Livro dos Espíritos, questão 132, observamos o mesmo ensinamento:
"Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? R: - Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. Para alguns é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação (...)"
" A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo, mas Deus, em sua sabedoria, quis que, por essa mesma ação, eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximarem dele. É assim que, por uma lei admirável de sua providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza."
Vejamos, pois, os ensinamentos que a Doutrina Espírita nos oferece, de forma segura e clara, através das obras de Kardec, sobre o espírito em sua nova fase evolutiva, ao reencarnar.
Os Espíritos nos ensinam que a união da alma ao corpo se inicia no momento da concepção, mas apenas se completa no nascimento.
"Em que momento a alma se une ao corpo? - A união começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para habitar tal corpo, a ele se liga por um laço fluídico que vai se apertando, cada vez mais, até que a criança nasça; o grito que se escapa, então da criança, anuncia que ela se encontra entre os vivos e servidores de Deus." (O livro dos Espíritos - pgta. 344)
Os Espíritos nos ensinam também que desde o berço a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz de sua existência anterior:
" Desde o berço, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz de sua existência anterior; é a estudá-los que é preciso se aplicar; todos os males têm seu princípio no egoísmo e no orgulho; espreitai, pois, os menores sinais que revelem os germes desses vícios, e emprenhai-vos em combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas; (...)" (O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. XIV.9)
Aprendemos também que as faculdades inerentes ao Espírito reencarnante somente se manifestam gradualmente, de acordo com o desenvolvimento dos órgãos.
"Ao nascer, o Espírito recobra imediatamente a plenitude de suas faculdades? R.- Não, elas se desenvolvem gradualmente, de acordo com o desenvolvimento dos órgãos. É para ele uma nova existência e é necessário que aprenda a se servir dos seus instrumento. As idéias lhe tornam pouco a pouco, como um homem que sai do sono e se encontra em posição diferente da que tinha na véspera." (O Livro dos Espíritos - pgta.352)
O mesmo ensinamento observamos em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VIII.4:
"A partir do nascimento, suas idéias retomam gradualmente impulso, à medida que se desenvolvem os órgãos; de onde se pode dizer que, durante os primeiros anos, o Espírito é verdadeiramente criança, porque as idéias que formam o fundo do seu caráter estão ainda adormecidas. Durante o tempo em que seus instintos dormitam ele é mais flexível e, por isso mesmo, mais acessível às impressões que podem modificar sua natureza e fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa imposta aos pais."
A manifestação do Espírito necessita ser proporcional à fragilidade do corpinho infantil, como percebemos neste trecho:
"Seria preciso, aliás, que a atividade do princípio inteligente fosse proporcional à fraqueza do corpo que não poderia resistir a uma atividade muito grande do Espírito, assim como se vê entre as crianças muito precoces." (O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. VIII-4)
Uma criança, pois, embora sendo um Espírito eterno, reencarnado, tem a manifestação de sua inteligência limitada, não possuindo a mesma intuição de um adulto.
Á medida em que os órgãos se desenvolvem, gradualmente sua bagagem interior começa a se manifestar.
"Quando ele é criança, é natural que os órgãos da inteligência, não estando desenvolvidos, não podem dar-lhe a intuição de um adulto. Ele tem, com efeito, a inteligência muito limitada enquanto a idade faz amadurecer sua razão. A perturbação que acompanha a reencarnação não cessa subitamente no momento de nascer; ela não se dissipa senão gradualmente com o desenvolvimento dos órgãos." (O Livro dos Espíritos - pgta.380)
Kardec reforça a assertiva dos Espíritos com o comentário: "Uma observação vem em apoio desta resposta: é que os sonhos, em uma criança, não têm caráter dos de um adulto; seu objeto é quase sempre pueril, o que é indício da natureza das preocupações do Espírito."
O objetivo do Espírito ao reencarnar é se aperfeiçoar e a fase infantil é a mais propícia à ação educativa.
" O Espírito se encarnando para se aperfeiçoar, é mais acessível, durante esse período, às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual, devem contribuir aqueles que estão encarregados da sua educação." (O Livro dos Espíritos - pgta. 383)
Os ensinamentos dos Espíritos são claros:
Seu objetivo na Terra: EVOLUIR, desenvolver sua potencialidade interior, compreender a sim mesma e ao mundo que a cerca, corrigir os erros cometidos no passado, superar os próprios defeitos, desenvolvendo assim, gradativamente, o germe da perfeição que carrega em sim mesma, como herança Divina.
"Ó espíritas! compreendei hoje o grande papel da Humanidade; compreendei que quando produzis um corpo, a alma que nele se encarna vem do espaço para progredir; sabei vossos deveres e colocai todo o vosso amor em aproximar essa alma de Deus:" (O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. XIV.9)
Em o Livro dos Espíritos, questão 132, observamos o mesmo ensinamento:
"Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? R: - Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. Para alguns é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação (...)"
" A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo, mas Deus, em sua sabedoria, quis que, por essa mesma ação, eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximarem dele. É assim que, por uma lei admirável de sua providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza."
Vejamos, pois, os ensinamentos que a Doutrina Espírita nos oferece, de forma segura e clara, através das obras de Kardec, sobre o espírito em sua nova fase evolutiva, ao reencarnar.
Os Espíritos nos ensinam que a união da alma ao corpo se inicia no momento da concepção, mas apenas se completa no nascimento.
"Em que momento a alma se une ao corpo? - A união começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para habitar tal corpo, a ele se liga por um laço fluídico que vai se apertando, cada vez mais, até que a criança nasça; o grito que se escapa, então da criança, anuncia que ela se encontra entre os vivos e servidores de Deus." (O livro dos Espíritos - pgta. 344)
Os Espíritos nos ensinam também que desde o berço a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz de sua existência anterior:
" Desde o berço, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz de sua existência anterior; é a estudá-los que é preciso se aplicar; todos os males têm seu princípio no egoísmo e no orgulho; espreitai, pois, os menores sinais que revelem os germes desses vícios, e emprenhai-vos em combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas; (...)" (O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. XIV.9)
Aprendemos também que as faculdades inerentes ao Espírito reencarnante somente se manifestam gradualmente, de acordo com o desenvolvimento dos órgãos.
"Ao nascer, o Espírito recobra imediatamente a plenitude de suas faculdades? R.- Não, elas se desenvolvem gradualmente, de acordo com o desenvolvimento dos órgãos. É para ele uma nova existência e é necessário que aprenda a se servir dos seus instrumento. As idéias lhe tornam pouco a pouco, como um homem que sai do sono e se encontra em posição diferente da que tinha na véspera." (O Livro dos Espíritos - pgta.352)
O mesmo ensinamento observamos em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VIII.4:
"A partir do nascimento, suas idéias retomam gradualmente impulso, à medida que se desenvolvem os órgãos; de onde se pode dizer que, durante os primeiros anos, o Espírito é verdadeiramente criança, porque as idéias que formam o fundo do seu caráter estão ainda adormecidas. Durante o tempo em que seus instintos dormitam ele é mais flexível e, por isso mesmo, mais acessível às impressões que podem modificar sua natureza e fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa imposta aos pais."
A manifestação do Espírito necessita ser proporcional à fragilidade do corpinho infantil, como percebemos neste trecho:
"Seria preciso, aliás, que a atividade do princípio inteligente fosse proporcional à fraqueza do corpo que não poderia resistir a uma atividade muito grande do Espírito, assim como se vê entre as crianças muito precoces." (O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. VIII-4)
Uma criança, pois, embora sendo um Espírito eterno, reencarnado, tem a manifestação de sua inteligência limitada, não possuindo a mesma intuição de um adulto.
Á medida em que os órgãos se desenvolvem, gradualmente sua bagagem interior começa a se manifestar.
"Quando ele é criança, é natural que os órgãos da inteligência, não estando desenvolvidos, não podem dar-lhe a intuição de um adulto. Ele tem, com efeito, a inteligência muito limitada enquanto a idade faz amadurecer sua razão. A perturbação que acompanha a reencarnação não cessa subitamente no momento de nascer; ela não se dissipa senão gradualmente com o desenvolvimento dos órgãos." (O Livro dos Espíritos - pgta.380)
Kardec reforça a assertiva dos Espíritos com o comentário: "Uma observação vem em apoio desta resposta: é que os sonhos, em uma criança, não têm caráter dos de um adulto; seu objeto é quase sempre pueril, o que é indício da natureza das preocupações do Espírito."
O objetivo do Espírito ao reencarnar é se aperfeiçoar e a fase infantil é a mais propícia à ação educativa.
" O Espírito se encarnando para se aperfeiçoar, é mais acessível, durante esse período, às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual, devem contribuir aqueles que estão encarregados da sua educação." (O Livro dos Espíritos - pgta. 383)
Os ensinamentos dos Espíritos são claros:
- O homem é um ser perfectível, carregando em si o germe de seu aperfeiçoamento.
- O Espírito reencarna para se aperfeiçoar, evoluir.
- A união da alma e do corpo se inicia na concepção e se completa no nascimento.
- Desde o berço, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz de sua existência anterior.
- A partir do nascimento, suas idéias retomam gradualmente impulso, à medida que se desenvolvem os órgãos.
- As faculdades do Espírito somente se manifestam gradativamente, de acordo com o desenvolvimento dos órgãos.
- O Espírito se encarnado para se aperfeiçoar, é mais acessível, durante esse período, às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir aqueles que estão encarregados da sua educação.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
NAO PRECISO DE NINGUEM EM MINHA VIDA
"Desejo que você tenha a quem amar e quando estiver bem cansado ainda exista amor pra recomeçar"(Frejat - inspirado em poema de Victor Hugo)
Temos duas manias, creditar ao amor toda nossa felicidade ou toda nossa infelicidade. Mas não é assim! Não podemos depender ou viciar em trabalho, família, amigos, etc e também não podemos não valorizar e não nos dedicar a eles. Agora de que adianta ser feliz no trabalho, na vida estudantil, na vida familiar, no aspecto financeiro e não ter alguém ao seu lado para beijar sua boca, se orgulhar com você e compartilhar essa alegria? E de que adianta ser infeliz em tudo e ter alguém ao lado somente para tentar suprir suas frustrações?
"Você é assim. Todos se consideram seus amigos. Mas você não deixa ninguém chegar perto, porque tem medo de se ferir. E o problema é que você realmente gostava dela. Foi a única de quem realmente gostou. E não importa o que ela fizesse, você não baixava a guarda. Pobre garota, nunca teve chance"
"Eu não preciso de ninguém para ser feliz". Quem diz isso precisa, no mínimo, de alguém para ouvir a essa baboseira e assistir a esse momento em que um cínico tenta se afirmar. Não precisa de ninguém? Que ótimo! Fico feliz por você ser, assim, tão fodão!
Agora, falando sério, reconhecer que precisa e necessita da pessoa amada para ser feliz não é sinônimo de baixa autoestima! Assim, como ser fodão e dizer que não precisa de amor ou da pessoa amada para ser feliz pode ser um forte indício de uma zerada, de uma baixíssima (ou inexistente) autoestima. Você pode ter a autoestima em um nível tão saudável que não teme precisar de alguém, pois sabe que o outro vai ser necessário apenas naquilo que só ele pode te preencher, mas no restante, você está muito bem, obrigado! Desse modo, sem aquele outro, sua estrutura emocional não vai desabar, nem sua vida vai se arruinar por inteiro.
Eu, como bom romântico, acho que precisamos e necessitamos sim do outro para sermos felizes. Não sou favorável a sermos dependentes do outro. Veja bem, precisar do outro, necessitar do outro é completamente diferente de depender do outro. Não é certo sermos doentes por quem amamos, nem dedicarmos toda a nossa vida ao outro e muito menos depositar toda a nossa felicidade no outro. Se você se tornar dependente quase químico de quem você ama, é a sua relação que vai virar uma droga. Isso é injusto (e chato) com a pessoa que amamos, todo mundo precisa respirar e ninguém pode ter, ou melhor, ninguém quer ter a responsabilidade pela sua realização, por te fazer totalmente feliz.
No entanto, como em tudo na vida há os dois lados e é preciso alcançar (e praticar) o bom e velho meio termo. Do mesmo modo que não posso fazer de quem eu amo a solução para meus problemas, por outro lado, se eu também achar que "não preciso dele para ser feliz" eu, mesmo que inconscientemente, não vou cultivar o outro! Ninguém preserva, cuida, oferece carinho, proteção e amor ao que não necessita, ao que não precisa. A verdade é que só valorizamos o que nos é necessário, o que precisamos. Já vi várias pessoas perdendo alguém que amavam por quererem provar a si que não precisavam do outro para ser feliz. Que medo é esse de deixar alguém te completar, de completar alguém?
Temos duas manias, creditar ao amor toda nossa felicidade ou toda nossa infelicidade. Mas não é assim! Não podemos depender ou viciar em trabalho, família, amigos, etc e também não podemos não valorizar e não nos dedicar a eles. Agora de que adianta ser feliz no trabalho, na vida estudantil, na vida familiar, no aspecto financeiro e não ter alguém ao seu lado para beijar sua boca, se orgulhar com você e compartilhar essa alegria? E de que adianta ser infeliz em tudo e ter alguém ao lado somente para tentar suprir suas frustrações?
Viu só! Não é difícil saber como agir? Temos que saber lidar com nossas carências e medos e mais ainda com os medos e carências do outro! É engraçado (e irritante): as pessoas querem ter seus erros compreendidos justificando não serem perfeitas, entretanto, querem relacionar-se com alguém perfeito e desistem desse alguém porque a pessoa era imperfeita! Me aceite como eu sou, mas mude o como você é. Me priorize e não me trate como opção, mas aceite de bom grado ser apenas a minha alternativa. Injusto, não?
Bom, o que é verdadeiramente justo é o seguinte: se você não necessita de ninguém, fique só! Não seja covarde (em todos os sentidos) tornando-se necessário à vida de alguém com o qual você não se importa. Disso, ninguém precisa, necessita ou merece!
"Você é assim. Todos se consideram seus amigos. Mas você não deixa ninguém chegar perto, porque tem medo de se ferir. E o problema é que você realmente gostava dela. Foi a única de quem realmente gostou. E não importa o que ela fizesse, você não baixava a guarda. Pobre garota, nunca teve chance"
Pesadelos, vidas passada e espiritismo
sábado, 16 de julho de 2011
ROSAS E ESPINHOS...

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou:
"Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial.
Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas;
Alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor - olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa,
Elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Receita para alcançar a paz de espírito
Sentiu tristeza?
- Agradeça a tua vida. Se você deseja realmente ser feliz, agradeça a todas as coisas boas que possui neste momento. Se você é saudável, agradeça, pois, agradecendo, coisas boas surgirão cada vez mais. Observe que tendemos a reparar só nas coisas que a gente não têm e esquecemos de agradecer o que temos. Lembre-se: Quanto mais você se queixar, reclamar e até mesmo amaldiçoar o que não tem, mais a sua vida se torna um mar de insatisfação e você acaba se tornando uma pessoa amarga. Portanto, não amaldiçoe a sua vida.
Sentiu irritação?
- Meia hora de silêncio. Deixe a irritação vir. De olhos fechados, preste atenção no seu corpo. Sinta, não analise, não controle. Se tiver vontade de chorar, gritar, faça! Fique com você, com suas sensações físicas, observe, fique apenas observando as suas reações corporais.
Deixe que seus sentimentos e reações de seu corpo se manifestem. Preste atenção em seu corpo. Se vier sensação de enjôo, deixe vir e só observe, não queira controlar, solte o seu corpo. Quando você só observa e deixa os seus sentimentos e sensações físicas se manifestarem, normalmente essas sensações desagradáveis se transformam em sensações agradáveis.
Se você se entregar a este exercício, não querendo controlar a sua mente e o seu corpo, a sua energia vital irá fluir de forma mais livre.
Critica destrutiva aos outros?
- Dê uma olhada para você. O que mais você cobra dos outros, é o que menos faz consigo mesmo. As pessoas são o nosso espelho. Elas refletem os defeitos - que a gente não quer perceber - que existem em nós. Você cobra, por exemplo, que o seu marido não lhe dá carinho, atenção. Vai aqui uma pergunta: Será que você está se dando carinho? Você se dá colo? Ou você é seca, muito dura consigo mesma? Se você for realmente honesta com você, vai refletir a esse respeito.
Faça um exame do que você é, de como vem se tratando. Reflita sobre como você se relaciona com os outros. Se você é daquelas pessoas que querem controlar os outros, a vida (porque é insegura), acaba ficando rígida, se desvitalizando e, conseqüentemente, perde o ânimo pela vida. Vida é movimento, dinamismo, mudanças.
Como toda pessoa insegura, você odeia surpresa e os imprevistos. E, com isso, passa a não viver a vida. Acaba se tornando uma pessoa formal, não se descontrai, não deixa que a vida a leve. Você quer levar a vida, controlá-la, quer que as coisas aconteçam do seu jeito. Enfim, quer domá-la. Lembre-se: a vida não se curva, não se submete a ninguém. Talvez você não tenha percebido que é você quem tem que se curvar a ela e reverenciá-la.
Mas para isso, você precisa exercitar a humildade.
paz de espirito
Quantas vezes já acordamos angustiados com algo que nem sabemos de onde vem ou o que é... Passamos o dia inquietos, com o olhar distante, pensamentos desconexos, e, a insatisfação toma conta. Então, começa a busca por algo para preencher esse vazio do espírito: alguns abrem o armário e a geladeira, outros ascendem um cigarro após outro, ainda outros saem para fazer compras, mas todos experimentam um breve momento de bem-estar que logo acaba, e, novamente a insatisfação e o vazio voltam a tomar conta do espírito.

O que está por trás da paz de espírito? O perdão é a chave que encerra a inquietude da alma. E perdoar é algo que vai além dos limites de nossa personalidade. Para o verdadeiro perdão é necessário ver além dos medos, das neuroses e dos erros – cabe enxergar uma essência pura e incondicional sobre nossa história pessoal, que merece respeito e amor, além de aceitar que nós temos um potencial ilimitado.
E perdoar a si mesmo é com certeza o maior desafio que podemos encontrar, pois envolve nos aceitar e amar independente do que aconteça. Estar com o espírito em paz está diretamente ligado ao autoperdão, pois nos afligimos muito quando não temos aquilo que almejamos e nos culpamos por não ter conseguido, a tal ponto de aprisionarmos dentro de nós mesmos os nossos melhores impulsos criativos, privando a nossa liberdade.
O autoperdão envolve aceitar a verdade; tomar responsabilidade pelo que fizemos; aprender com o acontecimento, aceitando os sentimentos que motivaram os comportamentos e/ ou pensamentos que geram a culpa e o autojulgamento; escutar compassivamente o nosso coração, nossos medos e pedidos de socorro para podermos curar nossas feridas emocionais; e aceitar nossa inocência fundamental

O que está por trás da paz de espírito? O perdão é a chave que encerra a inquietude da alma. E perdoar é algo que vai além dos limites de nossa personalidade. Para o verdadeiro perdão é necessário ver além dos medos, das neuroses e dos erros – cabe enxergar uma essência pura e incondicional sobre nossa história pessoal, que merece respeito e amor, além de aceitar que nós temos um potencial ilimitado.
E perdoar a si mesmo é com certeza o maior desafio que podemos encontrar, pois envolve nos aceitar e amar independente do que aconteça. Estar com o espírito em paz está diretamente ligado ao autoperdão, pois nos afligimos muito quando não temos aquilo que almejamos e nos culpamos por não ter conseguido, a tal ponto de aprisionarmos dentro de nós mesmos os nossos melhores impulsos criativos, privando a nossa liberdade.
O autoperdão envolve aceitar a verdade; tomar responsabilidade pelo que fizemos; aprender com o acontecimento, aceitando os sentimentos que motivaram os comportamentos e/ ou pensamentos que geram a culpa e o autojulgamento; escutar compassivamente o nosso coração, nossos medos e pedidos de socorro para podermos curar nossas feridas emocionais; e aceitar nossa inocência fundamental
domingo, 10 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
felicidade um dia vem
Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor,
apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá
ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores
importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores
e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém
que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor,
apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá
ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores
importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores
e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém
que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
CARMA
É o resultado direto de decisões que tomamos no passado
Carma é uma palavrinha muito reverenciada (por uns poucos especialistas) e razoavelmente mal interpretada pelos leigos em geral - inclusive eu, que sempre a utilizei como sinônimo de "destino" . Quando eu encontrava alguém pegajoso, que não largava do meu pé e passava o dia inteiro me azucrinando, eu dizia: "Fulano é o meu carma". Quer dizer, em minha percepção, um poder superior e sobrenatural havia decidido que eu deveria pagar por algo que não fiz.
E a sutil diferença está nessa última frase "pagar por algo que não fiz". Carma significa exatamente o contrário: "pagar por algo que se fez". Em sua distante origem - no sânscrito, uma língua ancestral já extinta -, carma queria dizer "ação: Ou, por extenso, "tudo o que nos acontece é o resultado de algo que fizemos". O nosso carma, então, não é um aleatório jogo de sorte e azar: é uma simples questão de causa e efeito. Tudo o que está acontecendo agora é o resultado direto de decisões que tomamos no passado, mesmo que não nos lembremos delas, ou que, na época, as tenhamos considerado irrelevantes.Faz um mês, eu vivi uma situação profissional bem próxima dessa verdade, com um ex-colega de trabalho. Um dia, ele e eu fizemos parte de um grupo que trabalhava em uma mesma empresa, e era muito unido. Mas, com o tempo e a ciranda-cirandinha do mercado de trabalho, o grupo se dissolveu: cada um de seus membros foi pegando o boné e partindo para outra. E esse ex-colega, mais afortunado ou mais competente, conseguiu uma posição fantástica, bem superior à dos demais. Resultado: o privile giado decidiu, talvez inconscientemente, perder o contato conosco. Sua temporária situação de conforto o convenceu de que nós precisávamos dele, mais do que ele de nós. Daí, o dito não respondia às mensagens que mandávamos e sua assistente sempre dizia que ele estava viajando quando ligávamos.
Mas o tempo passou, e ele ficou desempregado. E qual foi a primeira coisa que fez? Entrou em contato com os amigos do peito. E, claro, ninguém respondeu. Um dia, nosso ex-colega, ao encontrar casualmente outro ex-colega, reclamou, amargurado: "Pois é, na hora em que a gente mais precisa dos amigos, eles simplesmente desaparecem".
Em sua opinião, ele havia sido vitimado pelo carma de ter confiado em falsos amigos. Na opinião dos demais, ele estava colhendo o carma que havia semeado. E quem é que estava certo? Ninguém. Ao recusarmos estender a mão, nós também estávamos tomando uma decisão que teria más conseqüências futuras, mas todos preferimos optar pela inútil vingança momentânea ao perdão e à generosidade. Felizmente, um dos colegas conseguiu convencer os demais a esquecer os rancores e a tentar ajudar o ex-desgarrado, e todos pudemos dormir em paz com nossas consciências.
Em sua opinião, ele havia sido vitimado pelo carma de ter confiado em falsos amigos. Na opinião dos demais, ele estava colhendo o carma que havia semeado. E quem é que estava certo? Ninguém. Ao recusarmos estender a mão, nós também estávamos tomando uma decisão que teria más conseqüências futuras, mas todos preferimos optar pela inútil vingança momentânea ao perdão e à generosidade. Felizmente, um dos colegas conseguiu convencer os demais a esquecer os rancores e a tentar ajudar o ex-desgarrado, e todos pudemos dormir em paz com nossas consciências.
No Balanço Pessoal da maioria das pessoas, carma é "como alguém pode me ajudar". Ou seja, seriam créditos contabilizados na coluna "Recebimentos de Curto Prazo" . Na verdade, carma é "como eu posso ajudar alguém", e é lançado em "Investimentos de Longo Prazo". Uma contabilidade, como se percebe todos os dias, fácil de entender, mas difícil de praticar.
domingo, 3 de julho de 2011
(Desdobramento)
Atividade Noturna do Espírito (Desdobramento)
- Durante o sono o Espírito desprende-se do corpo; devido aos laços fluídicos estarem mais tênues. A noite é um longo período em que está livre para agir noutro plano de existência. Porém, variam os graus de desprendimento e lucidez. Nem todos se afastam do seu corpo, mas permanecem no ambiente doméstico; temem fazê-lo, sentir-se-iam constrangidos num meio estranho (aparentemente).
O espírito será atraído para regiões e companhias que estejam harmonizadas e sintonizadas com ele através das ações, pensamentos, instruções, desejos e intenções, ou seja, impulsos predominantes. Podendo assim, subir mais ou se degradar mais.
O lúbrico terá entrevistas eróticas de todos os tipos, o avarento tratará de negócios grandiosos (materiais) e rendosos usando a astúcia. A esposa queixosa encontrará conselhos contra o seu marido, e assim por diante. Amigos se encontram para conversas edificantes, inimigos entram em luta, aprendizes farão cursos, cooperadores trabalharão nos campos prediletos, e, assim, caminhamos.
Para esta maravilhosa doutrina, conforme tais considerações, o sonho é a recordação de uma parte da atividade que o espírito desempenhou durante a libertação permitida pelo sono. Segundo Carlos Toledo Rizzini, interpretação freudiana encara o sonho como apontando para o passado, revelando um aspecto da personalidade.
Para o Espiritismo, o sonho também satisfaz impulsos e é uma expressão do estilo de vida, com uma grande diferença: a de não se processar só no plano mental, mas ser uma experiência genuína do espírito que se passa num mundo real e com situações concretas. Como vimos, o espírito, livre temporariamente dos laços orgânicos, empreende atividades noturnas que poderão se caracterizar apenas por satisfação de baixos impulsos, como também, trabalhar e aprender muito. Nesta experiência fora do corpo, na oportunidade do desprendimento através do sono, o ser, poderá ver com clareza a finalidade de sua existência atual, lembrar-se do passado, entrevê o futuro, todavia a amplitude ou não dessas possibilidades é relativa ao grau de evolução do espírito.
Verifiquemos três questões do Livro dos Espíritos, no capítulo VIII, perguntas: 400, 401 e 403.
P-400 “O Espírito encarnado permanece de bom prazer no seu corpo material? - É como se perguntasse a um presidiário, se gostaria de sair do presídio. O espírito aspira sempre à sua libertação e tanto mais deseja ver-se livre do seu invólucro, quanto mais grosseiro é este.
P-401 “Durante o sono a alma repousa como o corpo? - Não, o espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços entre corpo e espírito e, ele se lança pelo espaço e entra em relação com os outros espíritos sintonizados por ele.
P-403 “Como podemos julgar a liberdade do espírito, durante o sono? - Pelos sonhos.
O sono liberta parcialmente a alma do corpo, quando adormecido o espírito se acha no estado em que fica logo a morte do seu corpo.
O sonho é a lembrança do que o espírito viu durante o sono. Podemos notar, que nem sempre sonhamos. Mas, o que isso quer dizer? Que nem sempre nos lembramos do que vimos, ou de tudo o que havemos visto, enquanto dormimos. É que não temos ainda a alma no pleno desenvolvimento de suas faculdades. Muitas vezes somente nos fica a lembrança da perturbação que o nosso Espírito experimentou.
Graças ao sono os Espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos Espíritos. As manifestações, que se traduzem muitas vezes por visões e até mesmo, “assombrações” mais comuns se dão durante o sono, por meio dos sonhos. Elas podem ser: uma visão atual das coisas, futuras, presentes ou ausentes; uma visão do passado e, em alguns casos excepcionais, um pressentimento do futuro. Também muitas vezes são quadros alegóricos que os Espíritos nos põem sob as vistas, para dar-nos úteis avisos e salutares conselhos, se se trata de Espíritos bons, e para induzir-nos ao erro, à maledicência, às paixões, se são Espíritos imperfeitos.
O sonho é uma expressão da vida real da personalidade. O espírito procura atender a desejos e intenções inconscientes e conscientes durante esse tempo de liberdade temporária. Conforme o grau, tipo de sintonia e harmonia gerada pela afinidade moral com outros Espíritos, direciona-se automaticamente para a parte do mundo espiritual que melhor satisfaça essa sintonia e suas metas e objetivos, ainda que não lícitos; e aí conta com amigos, sócios, inimigos, desafetos, parentes, “mestres” etc.
Contamos ainda com mais dois tipos de sonhos. O primeiro é o premonitório, quando se toma algumas informações ou conselhos sobre algum acontecimento futuro. O segundo é o pesadelo, ou seja, o sonho ansioso, em que entra o terror. É também uma experiência real, porém, penosa; o sonhador vê-se pressionado por inimigos ou por animais monstruosos, tem de atravessar zonas tenebrosas, sofrer castigos, que de fato são vivências provocadas por agentes do mal ou por desafetos desta ou de outras vidas.
Preparação para o Sono
Verificando o lado físico da questão, vamos ver a importância do sono, pelo fato de passarmos 1/3 de nosso dia dormindo, nesta atividade o corpo físico repousa e liberta toxinas. Para o lado espiritual, o espírito liga-se com os seus amigos e intercambia informações, e experiências.Façamos um preparo para o nosso repouso diário:
Orgânico – refeições leves, higiene, respiração moderada, trabalho moderado, condução de nosso corpo quanto a postura sem extravagâncias.
Mental Espiritual - leituras edificantes, conversas salutares, meditação, oração, serenidade, perdão, bons pensamentos.
Todavia não nos esqueçamos que toda prece se fortifica com atos voltados ao bem, pois então, atividades altruístas possibilitam uma melhor afinidade com os bons espíritos.
Perispírito e Desdobramento
Embora, durante a vida, o Espírito seja fixado ao corpo pelo perispírito, não é tão escravo, que não possa alongar sua corrente e se transportar ao longe, seja sobre a terra, seja sobre qualquer outro ponto do espaço. (Allan Kardec , A Gênese, Cap. XIV, It 23).Gabriel Delanne, em “O Espiritismo perante a Ciência”, conclui: A melhor prova de existência do perispírito é mostrar que o homem pode desdobrar-se em certas circunstâncias.
Desdobramento
É o nome que se dá o fenômeno de exteriorização do corpo espiritual ou perispírito.O perispírito ainda ligado ao corpo, distancia-se do mesmo, fazendo agora parte do mundo espiritual, ainda que esteja ligado ao corpo por fios fluídicos. Fenômenos estes, naturais que repousam sobre as propriedades do perispírito, sua capacidade de exteriorizar-se, irradiar-se, sobre suas propriedades depois da morte que se aplicam ao perispírito dos vivos (encarnados).
Os laços que unem o perispírito ao corpo temporal, afrouxam-se por assim dizer, facultando ao espírito manter-se em relativa distancia, porém, não desligado de seu corpo. E esta ligação, permite ao espírito tomar conhecimento do que se passa com o seu corpo e retornar instantaneamente se algo acontecer. O corpo por sua vez, fica com suas funções reduzidas, pois dele foram distanciados os fluidos perispirituais, permanecendo somente o necessário para sua manutenção. Este estado em que fica o corpo no momento do desdobramento, também depende do grau de desdobramento que aconteça.
Os desdobramentos podem ser:
a) conscientes : Este, caracteriza-se pela lembrança exata do ocorrido, quando ao retornar ao corpo o ser recorda-se dos fatos e atividades por ele desempenhadas no ato do desdobramento. O sujeito é capaz de ver o seu “Duplo”, bem próximo, ou seja, de ver a ele mesmo no momento exato em que se inicia o desdobramento. Facilmente nestes casos, sente-se levantando geralmente a cabeça primeiramente e o restante do corpo, depois. Alguns flutuam e vêem o corpo carnal abaixo deitado, outros vêem-se ao lado dos corpos, todavia esta recordação é bastante profunda e a consciência e altamente límpida neste instante. Existe uma ligação ainda profunda dos fluidos perispirituais entre o corpo e o perispírito, facilitando assim, as recordações pós-desdobramento.
b) inconscientes: Ao retornar o ser de nada recorda-se. Temos que nos lembrar que na maioria das vezes a atividade que desempenha o ser no momento desdobrado, fica como experiências para o próprio ser como espírito, sendo lembrado em alguns momentos para o despertar de algumas dificuldades e vêem como intuições, idéias.
Os fluidos perispirituais são neste caso bem mais tênues e a dificuldade de recordação imediata fica um pouco mais árdua, todavia as informações e as experiências ficam armazenadas na memória perispiritual, vindo a tona futuramente.
Em realidade a palavra inconsciente, é colocada por deficiência de linguagem, pois, inconsciência não existe, tendo em vista o despertar do espírito, levando consigo todas as experiências efetivadas pelo mesmo, então colocamos a palavra inconsciente aqui, é somente para atestarmos a temporária inconsciência do ser enquanto encarnado.
c) voluntários: Se a própria pessoa promove este distanciamento. Analisemos algo bastante singular, nem todos os desdobramentos voluntários há consciência, pois como dissemos acima poderão haver algumas lembranças do ocorrido, existem ainda muitas dificuldades, no momento em que o espírito através de seu perispírito aproxima-se novamente de seu corpo, pela densidade ainda dos órgãos cerebrais é possível haver bloqueio dessas experiências. É necessário salientar que o ser encarnado na terra, ainda se encontra distante de controlar todos os seus potenciais, e por isso também há este esquecimento. Haja vista, algumas pessoas até provocarem o desdobramento e no momento de consciência terem medo e retornarem ao corpo apressadamente, dificultando ainda mais a recordação.
Os desdobramentos podem também ocorrer nos momentos de reflexões, onde nos encontramos analisando profundamente nossos atos e cuja atividade nos propicia encontrar com seres que nos querem orientar para o bem, parte de nosso perispírito expande-se e vai captar as experiências e orientações devidas.
d) provocados: Através de processos hipnóticos e magnéticos, agentes desencarnados ou até mesmo encarnados podem propiciar o desdobramento do ser encarnado. Os bons Espíritos podem provocar o desdobramento ou auxiliá-los sempre com finalidades superiores. Mas espíritos obsessores também podem provocá-los para produzir efeitos malefícios. Afinizando-se com as deficiências morais dos desencarnados, propiciamos assim, uma maior facilidade para que os espíritos mal-feitores possam provocar o desligamento do corpo físico atraindo o ser encarnado para suas experiências fora do corpo. A lei que exerce esta dependência é a de afinidade.
e) emancipação Letárgica: Decorre da emancipação parcial do espírito, podendo ser causada por fatores físicos ou espirituais. Neste caso o corpo perde temporariamente a sensibilidade e o movimento, a pessoa nada sente, pois os fluidos perispiríticos estão muito tênues em relação a ligação com o corpo. O ser não vê o mundo exterior com os olhos físicos, torna-se por alguns instantes incapaz da vida consciente. Apesar da vitalidade do corpo continuar executando-se.
Há flacidez geral dos membros. Se suspendermos um braço, ele ao ser solto cairá.
e) emancipação Cataléptica: Como acima, também resulta da emancipação parcial do espírito. Nela, existe a perda momentânea da sensibilidade, como na letargia, todavia existe uma rigidez dos membros. A inteligência pode se manifestar nestes casos. Difere da letárgica, por não envolver o corpo todo, podendo ser localizado numa parte do corpo, onde for menor o envolvimento dos fluidos perispirituais
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As grandes metrópoles do período colonial: Portugal, Espanha, Inglaterra, França, etc, subjulgaram nações africanas, fazendo dos negros mercadorias, objetos sem direitos ou alma. Os negros africanos foram levados a diversas colônias espalhadas principalmente nas Américas, em plantações no Sul de Portugal e em serviços de casa na Inglaterra e França. 




